O serviço meteorológico não pôde prever:
o vento começou a soprar fortemente,
empurrando tudo como se fossem papéis.
Um casal desentendeu-se:
troca de insultos, luta corporal...
O barômetro desceu ao ponto mais baixo !
Em seguida caiu um temporal:
móveis destruídos, a casa revirada.
Tufão uivante doméstico!
A tempestade se acalmou.
Ele saiu batendo a porta.
Ela, com o amor-próprio totalmente devastado,
decretou: "Nosso casamento chegou ao fim!"
O marido retornou arrependido,
uma voz interior lhe dizia:
"Vós, maridos, amai a vossas mulheres,
e não as trateis asperamente".
(Colossenses 3: 19)
Ela estava ressentida, mas lembrou-se do Criador:
"Pois se perdoardes aos homens as suas ofensas,
também vosso Pai celestial vos perdoará a vós".
(Mateus 6: 14)
Um raio de sol brilhou naquele lar.
De mãos dadas renovaram suas promessas de amor,
recebendo infinitas bênçãos celestiais.
"O que Deus ajuntou não o separe o homem".
(Marcos 10: 9)
Rosimeire
Leal da Motta
Vila Velha - ES

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